Fizemos este blog com a intenção de apresentar a mitologia brasileira para vocês. Como os jovens utilizam muito a internet, criamos este blog para apresentar um pouco das lendas do nosso país. O endereço da página é: http://mitologiabrasileirajoaoxxiii.blogspot.com.br/.
Você irá encontrar aqui contos de algumas partes do país: sul sudeste nordeste centro-oeste e norte.
Gostaria de agradecer a prof. Elza e aos seus estagiários:Wesley e Daniel, e aos alunos da Oficina de Novas Tecnologias da Faculdade de Letras da UFJF: Ronald Fontes e Bruna Garcia.
Autores: Alunos do 7A do Colégio de Aplicação João XXIII.
Havia uma bela princesaque morava em um reino que seu pai era o rei. Ela era a mais bela do reino. Ela atraía a atenção dos rapazes, mais não se interessava por nenhum deles. O passatempo preferido da princesa era conversar com as flores. Ela conhecia todas asespécies de flores do jardim e conversava com cada uma delas. Certa vez, de manhã, quando saía para o seu passeio, notou que a rosa mais bela havia sido roubada. Depois de muito buscar, ela encontrou a flor, que antes de morrer , lhe contou que seu pai a havia prometido em casamento a um homem feio, velho e mau, porém riquíssimo. Mas a flor lhe disse que a princesa poderia evitar o casamentoindesejável. Para isso, ela precisava ir ao lago e se atirar nas águas, para que pudesse ficar adormecida em seu fundo. https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTiQ0WwL4ChX0inUtRh6_Gi3DXNNudbvL-c4uG2m1ugxJ-n_K8dww
Caipora é um velho da região do Centro-oeste. Era muito resmungão e usava roupas esfarrapadas. Era um ser misterioso, e pedia fumo no meio do mato e quem não lhe desse o fumo seria ''encaiporado''.
Ele vivia na floresta e tinha um cajado. O caipora era um personagem que gostava de proteger a mata dos caçadores, ele também gostava de fazer brincadeiras com as pessoas. Caso algum caçador fizesse alguma coisa contra a mata,o caiporalançava-lhe um feitiço que resultaria em azar para o resto da vida. Em uma parte da história, ele pega uma cesta que dentro tinha uma pessoa, mas ele não sabia que a pessoa estava na cesta e por isso pegou a cesta. O caipora pedia fumo para os viajantes, e quem não o entregasse seria enfeitiçado.
O Negrinho do Pastoreio era um escravo muito maltratado por seu senhor. Um dia ele foi escolhido para participar de uma corrida de cavalos . Ele perdeu e apanhou, foi obrigado a cuidar dos cavalos . Ele os perdeu e apanhou mais. Depois os encontrou , mas o filho de seu senhor os soltou de novo . Após levar muitas chicotadas , o negrinho foi levado quase morto a um formigueiro e abandonado por lá . Quando seu senhor foi vê-lo , ele não estava mais no lugar . Então depois disso, pessoas diziam que viam o negrinhoandando a cavalo por aí , e quando pediam alguma coisa rezavam para que o negrinho a achasse.
Esta história conta, basicamente, sobre um homem que havia atacado os cangaceiros, para que se tornassem um deles. Eles, com raiva, o ameaçaram, dando-lhe duas opções: ou ser levado com eles para ser morto ou dar um de seus dois filhos aos cangaceiros, para que se tornassem um deles. O pai, com medo de morrer, deu um de seus dois filhos. Anos depois, o garoto que havia ficado com o pai ganhou do rei dos vaqueiros um cavalo voador, que só voava com ele . Então, o pai fez um plano para atacar os cangaceiros. Deodato, que era o filho que havia ficado com o pai e que tinha ganhado o cavalo, foi elevado até o esconderijo dos cangaceiros, mas acabou sendo pego. Assim, Lucídio e Deodato começaram a conversar e falaram que tinham a impressão de já terem visto um ao outro. www.youtube.com/watch?v=3q3ANT1ezgU artenaifrio.blogspotcom.br/2012/05/andre-cunha.html wikipedia.org/wiki/Canga%C3%A7o
No dia de São João Batista, acontecia a maior festa da cidade de Faró, no Pará. Na casa de Rui estava tendo uma festa.
Um pouco depois, dois rapazes apareceram no portão da casa de Rui, e ele os atendeu e perguntou o que queriam. Eles disseram que estavam tristes, e perguntaram se podiam entrar. O Dono disse que sim.
Eles ficaram quietos em um canto. O amigo de Rui disse a ele que os rapazes pareciam botos. Mas o dono da casa nem ligou para seu amigo. Os dois rapazes considerados botos começaram a beber e dançar com todas as garotas. Todos estavam dançando e se divertindo. Já era de manhã, quando se deram conta que os dois garotos não estavam mais lá. Eles foram procurá-los e viram dois botos em um poço. Agora tinham certeza de que os garotos eram botos, uma vez que estavam fedendo a álcool e estavam mortos.